Porque Remar é preciso? Verifique isto – Por que navegar era preciso


Resposta: O poeta Fernando Pessoa, nos mostra nessa frase que navegar é preciso, no sentido de exatidão, pois para navegar necessitamos de cálculos, de precisão. Já viver não é preciso, porque a vida é imprecisa, não podemos calcular nem predizer o futuro, ou seja, a vida é completamente imprecisa.Viver importa e muito no mundo hoje, de forma mais contundente. Mas recolocando a frase no seu habitat, a poesia de Fernando Pessoa, o que ele diz é que essa era uma frase gloriosa dos navegadores, com tudo o que isso animava na tradição portuguesa das grandes navegações, dos descobrimentos, da ambição da terra nova.

c- Ao ler o poema "Navegar é preciso" o aspecto cultural demonstrado ressalta a cultura de Portugal e dos navegadores do período de expansão marítima.

As embarcações ainda não eram tão resistentes e dificilmente teriam sucesso em um oceano aberto. Muitos ainda acreditavam que a Terra era plana e que, se seguissem viajando por essas águas, cairiam em um abismo infinito. Outro ponto importante para essa limitação era o escasso conhecimento cartográfico.

Porque era muito arriscado navegar na época das grandes navegações

Navegar nos séculos XV e XVI era uma tarefa muito arriscada, principalmente quando se tratava de mares desconhecidos. Era muito comum o medo gerado pela falta de conhecimento e pela imaginação da época.Este poema retrata o contexto histórico das grandes navegações portuguesas que ocorreram nos séculos XV e XVI, em busca de novas rotas comercias pelo povo lusitano em suas estrofes, entretanto destaca também as dificuldades do percurso que navegadores e suas respectivas famílias encontravam além mar."Navegar é preciso, viver não é preciso" []
No século I a.c., o general romano Pompeu, encorajava marinheiros receosos, inaugurando a frase “Navigare necesse, vivere non est necesse.” Corria o século XIV e o poeta italiano Petrarca transformava a expressão para “Navegar é preciso, viver não é preciso.”

Contexto da obra
A esperança de uma época de paz estava ameaçada com a ascensão do fascismo, do nazismo, e dos conflitos regionais, como a Guerra Civil Espanhola. Com inclinações políticas de esquerda, Drummond tinha a esperança que o fim da Primeira Guerra levasse a uma época de paz e solidariedade entre os povos.

Quem é o autor de tudo vale a pena quando a alma não é pequena

Fernando Pessoa
Frase da semana: “Tudo vale a pena. Se a alma não é pequena” – Fernando Pessoa.Afirmava-se que os oceanos possuíam grandes monstros marinhos, que atacariam as embarcações. Além disso, eles acreditavam que ao Sul os mares eram tão quentes que ferviam, colocando os navegantes em risco.Navegar no Oceano Atlântico não era tarefa fácil. Este oceano era conhecido como o Mar Tenebroso, pois havia a ideia difundida pela Igreja Católica, de que os oceanos eram habitados por monstros marinhos. Além disso, alguns acreditavam na ideia que a Igreja Católica difundia, de que a Terra era plana.

Tanto usavam as chicotadas, como o “strappado” (pessoas dependuradas no teto pelos pulsos, tendo os braços amarrados atrás das costas. Havia também a “toca”, em que se cobria a boca com o pano e derramavam água sobre a cabeça do coitado, como se fosse afogá-lo.

A ideia de tomar banho, por exemplo, sequer se colocava. Os passageiros mais ricos faziam suas necessidades em penicos, que, depois, eram despejados no mar por seus encarregados, geralmente crianças.

O poema de Fernando Pessoa é um retrato desta época em que aconteciam as navegações de expansão territorial, e uma das características apontadas é a questão do medo.

Como dizia Pablo Neruda

Frases de Pablo Neruda

  • A verdade é que não há verdade.
  • Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
  • A poesia tem comunicação secreta com os sofrimentos do homem.
  • Os poetas odeiam o ódio e fazem guerra à guerra.
  • Amo-te como se amam certas coisas obscuras, secretamente, entre a sombra e a alma.
  • Se sou amado,

A expressão “valer a pena” tem precisamente este significado: descrever algo que é tão valioso que vale até os sacrifícios (penas) necessários para conquistá-lo. Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram!Análise do poema No Meio do Caminho. As pedras mencionadas nesta poesia podem ser classificadas como obstáculos ou problemas que as pessoas encontram na vida, descrita neste caso como um "caminho". Essas pedras podem impedir a pessoa de seguir o seu percurso, ou seja, os problemas podem impedir de avançar na vida.